Olhos da Justiça – Crítica

Olhos da Justiça, filme de Billy Ray, estreou nos cinemas em Dezembro de 2015, baseado no filme argentino “O Segredo de Seus Olhos” de Juan José Campanella, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2009.

Olhos da Justiça seria uma interpretação do filme argentino, já que são passados em épocas diferentes.

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Sob o território dos ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001 nos EUA, Ray Kasten (Chiwetel Ejiofor) investiga um assassinato da filha de sua colega de trabalho Jess Cobb (Julia Roberts). Com a ajuda da procuradora de justiça Claire Sloan (Nicole Kidman), Ray tenta solucionar este caso ocorrido há 13 anos.

Um filme forte, dramático e tenso, seria com essas palavras que eu descreveria esta narrativa. Não faz muito o estilo de filme que eu gosto, sai um pouco pesado do cinema.

O nome “Olhos da Justiça” é um belo nome para representar esta chocante história. Jess Cobb quer solucionar a todo custo o assassinato de sua filha, acaba virando uma história de vingança e muita dor.

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A construção do enredo é bem interessante, mistura passado e presente na história e os fatos vão sendo solucionados e casados, moldando um belo filme policial, com toques dramáticos e paixão platônica.

Somos apresentados a questões familiares entre mãe e filha, soluções sem caso, conflitos morais, justiça com as próprias mãos e aquela ânsia de tudo ter que se resolver de uma forma adequada.

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Não gostaria de comparar um filme com o outro, pois um se passa na ditadura militar entre 1976 e 1983 e o outro nos ataques terroristas, mas a trama policial é pesada, suspense e bem intensa em ambas.


Eduardo D'Angelo

Também conhecido como Chase Faster, nasci em 1984, sou apaixonado por Action Figure, Música e coisas nerd/geek. Sou leitor assíduo da editora Marvel Comics, gosto mais de X-Men (fase azul do Jim Lee, em específico), curto alguns mangás/animes (Saint Seiya / Yu Yu Hakusho / Hokuto no Ken & Sailor Moon), curto muito os filmes dos anos 80 no estilo John Hughes e sci-fi futuristas (Save Ferris / Goonies & Blade Runner). Fui DJ uma época, trazendo músicas japonesas (J-Rock/Visual Kei) para as baladinhas alternativas de São Paulo. Sou designer gráfico e 2014 iniciei o projeto “filtro365”, com o desafio de tirar uma foto por dia do meu cotidiano e no fim transformar em uma peça gráfica (talvez um livro?). Atualmente estou no projeto #Sketch365 que consiste em fazer um desenho por dia, nem que seja meia horinha por dia dedicado à ilustração e este projeto evoluiu e se tornou o site www.proudlynerd.com .


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