MeiaLuaCast #077 – Experiências Gamísticas

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Neste podcast: André Bacchi, Caio Nobre (@Nobre_Caio), Renato Sevegnani (@setsunaryu), Guilherme Vertamatti (@GVertamatti) e Rodolfo Cunha , abrem seus corações para contar suas mais memoráveis experiências relacionadas a games. Neste divã do Meia-Lua, conheça todos os traumas da infância e adolescência que tornaram estes indivíduos ainda mais malucos. Enfrentando churrasqueiras, “tocando” um Guitar Hero, decepcionando-se com dinossauros, chegamos até os dias de hoje mais resilientes e gostando ainda mais dos nossos queridos joguinhos!

Para esse episódio você vai precisar de: churrasqueira, deixar a porta aberta enquanto joga guitar hero e amor por joguinhos!

Arte da vitrine: Paulo Henrique Gregio
Intro: Voz de Bruno Shinkou e Instrumentos de Paulo Henrique Gregio

 

ATENÇÃO: O Resultado do Concurso Cultural da Seagate está no início do podcast! 😉

 

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Andre Bacchi

André Bacchi é professor universitário, podcaster e fundador do Meia-Lua pra Frente e Soco. Alfabetizado por histórias em quadrinhos e proficiente em língua inglesa (ou não) graças aos games, sua área de concentração nerd abrange também filmes e séries. Entrou no mundo dos jogos elêtronicos por meio do Atari, mas foi o Mega Drive em 1991 que o transformou em um gamer convicto. Apaixonado por Senhor dos Anéis e sua adaptação aos cinemas (mas sem o mesmo amor ao Hobbit), André é fã das HQs da Vertigo, Conan, FPS de mundo aberto e as franquias da Nintendo. Não consegue achar Game of Thrones tão bom assim e até hoje aguarda esperançoso pelo lançamento de Shenmue 3.


  • Vagner Mesquita

    Tanta história que eu tenho pra contar tb. Esse pod foi o mais engraçado do mundo. Ri alto varias vezes. Parabéns meninos 😀

  • Carol Bardese

    Acho que estou atrasada pros comentários mas vale o registro…
    As minhas melhores memórias são de quando eu era criança, desde quando assistia minha mãe jogando atari (Bobby is going home, que vcs comentaram no cast sobre games de plataforma) ou pc (o primeiro Doom) até o snes, quando eu ia pra casa da minha melhor amiga jogar… infelizmente esse tempo passou e todo mundo que eu conhecia parou com o videogame (até a minha mãe) e passei a não ter tantas lembranças boas, pois jogava sozinha,além de não ter mtos jogos…
    Falando eu pessoas que pegam “emprestado” jogos e afins, tenho um arrependimento que foi ter dado meu N64 pro meu primo… ele nunca jogou e tento reaver o console até hoje!

  • Não tenho costume de comentar em podcasts mas creio que – ao menos dessa vez – devo fazer uma exceção. Conheci o trabalho de vocês pelo deviante e, sinceramente, estou adorando o conteúdo disposto até então (ainda em maratona). A abordagem dos temas, a descontração entre os participantes (AI QUE DELÍCIA, CARA)… tudo é tão harmônico e funciona tão bem. Parabéns mesmo pela qualidade excepcional do podcast!!

    O episódio sobre jogos difíceis é um dos meus favoritos. Gostei muito também do 59 (pancadaria nos games), principalmente por citarem Dynasty Warriors e Samurai Warriors, títulos infelizmente pouco conhecidos por aqui mas com uma riqueza histórica absurda já que trazem, respectivamente, os guerreiros da Era dos Três Grandes Reinos da China e os do período feudal no Japão. Há ainda o Warriors Orochi, um crossover dos dois títulos citados.

    Abraço, jovens!

  • Luê Farias

    Queria me desculpar pois acho que fiz um testáculo galera, se tiver alguma limitação quanto ao tamanho ou conteúdo dos comentários por favor me avisem, me empolguei

  • Luê Farias

    En Taro Adun! Equipe do meia lua.
    Gostaria De Compartilhar uma de minhas experiências gamísticas com vocês.
    Por volta dos meus 17 anos, pobre , sem console desde sempre e louco pra ter um pc, consegui o trabalho dos sonhos! Trabalhar na Lan House, e ainda por cima perto de casa.Consegui isso com a minha habilidade de pedinte e com muita sorte do dono do lugar se desentender com os funcionários de lá uma semana depois do dia que pedi uma vaga.Aí , já viu né?!Eu ficava no Pc servidor do caixa, felizão! Enfim eu poderia jogar À VONTADE meus tão amados jogos da blizzard e ainda receber por isso! Acordava Cêdo, era o primeiro a chegar e o último a sair.
    Então, o bairro onde eu morava era muito famoso por ser perigoso quanto a assaltos e etc, chegando ao ponto de qualquer pessoa , mesmo que eu não tivesse intimidade, me perguntar o bairro que eu morava, e quando eu respondia, a pessoa levantava as mãos se rendendo e zoando: ” me rouba mas não me mata” kkkkk era desse jeito mesmo.
    Vai vendo! Naquele setor em que a lan house ficava , existiam umas 4 ou 5 outras lan houses que tinham meio que um acordo de deixar o preço da hora meio que pareado um com o outro na média dos R$1,50 a hora mas o meu chefe meio que tava cagando pra esse tratado de comércio e botava 1 real a hora com direito a promoção que dava 1 hora extra a cada 10 horas de tempo que o cliente pagava, aí nem preciso dizer que o lugar ficava parecendo um presídio lotado, cheio de “mano” jogando cs e ouvindo as mesmas 5 músicas do racionais com a caixinha de som no talo, O DIA INTEIRO!Tentem Imaginar aí a cena.
    Até aí blz, eu ficava jogando meu diablo 2 meu warcraft 3, um dotinha sagrado,ficava vendo anime e etc. Eu meio que era o único nerd alí em evidência no ambiente e todo dia vinham uns caras me zoar : “ih ó lá ,mó nerd jogando esses joguinhos estranhos de nerd , mete a cara aqui no cs pra vc ver”, e o pior que eu era bom no cs, só não curtia muito fps na época.Consegui resistir aos desafios provocativos por muito tempo, mas teve um dia que meu sangue ferveu e meu orgulho de príncipe sayajyn não me permitiu ficar parado ouvido aquelas asneiras, kakaroto kkk! Aí eu falei:” ah é? então peraí, vou criar a fase do banheiro” .Cara! era todo dia eu dando um sacode nos mano e zoando: ” haha seus noobs, morrendo pra um nerd”.Até que, um belo dia,os caras começaram a me olhar torto tipo um cara que tá começando a se transformar num zumbi sabe?, e aí, do nada, eu fiquei tão ruinzin no jogo, esquecia onde ficavam as armas, morria na faca, ficava perdido no mapa, me auto cegava me a mim mesmo com a granada de luz, mas tudo feito de uma forma muito convincente.De vez em quando matava alguém só pra não perder de perfect sabe? kkkkk Acho que nunca fiquei tão feliz de morrer no cs.
    Espero não ter me alongado muito,mas realmente precisava fazer uns exercícios HUE HUE. Adorei o pod cast de vocês! Só história bizzarra e engraçada, um grande abraço a todos! Tudo de melhor sempre!
    Ah! Quanto ao meu trabalho dos sonhos, como tudo que é bom, durou pouco (uns 2 meses) pois o dono teve que se mudar pra muito longe, mas com o dinheiro do trampo consegui, dar início a uma nova era gamer que mudou minha vida me fazendo olhar com carinho mais uma vez para os videogames convencionais :comprar o meu primeiro console, o majestoso PS2!

  • Snake

    Desculpe, mas no caso do vencedor do Concurso, onde entra o tema Experiência Gamer? Parece fugir da proposta do concurso, confuso isso.

    • André Bacchi

      Oi Snake. Como deixamos bem aberto em relação à criatividade e o vencedor utilizou elementos de RPG, Pokémon, e etc, consideramos válido, já que a única regra era responder à pergunta de forma criativa. Realmente é um critério subjetivo, por isso tivemos uma banca de avaliadores composta por 5 membros. Abraços

  • M4rpheus

    Olá, Matheus “Marpheus” Bastos, 17, Natal (Nascido em Fortaleza), Bacharelando em T.I. na UFRN. Esse é meu primeiro comentário. Comecei a ouvir vocês e o C&H logo após a entrada no Deviante e estou empenhado na minha maratona. Mas vamos às minhas experiências videogamísticas de infância/adolescencia(hoje):

    Estávamos lá eu e meus amigos com 6/7 anos de idade em Fortaleza jogando GTA SA quando o pai do Max, um dos meus amigos, entra na sala e nos vê zoando loucamente e matando todo mundo no jogo. Ele Basicamente falou “Que merda é essa Maximilian?” (falou o nome completo o negócio é sério) ele arrancou o disco do PS2 e quebrou em 2. ;-;

    No ano passado o meu padrasto fez algo bem parecido, quando a filha dele estava jogando GTA V no PS3 dela na TV da sala e ele viu que o único jeito de passar do prólogo era matando os guardas do banco. Ele tirou o jogo do videogame sem fechar o jogo (naquele PS3 superslim), colocou na caixa quebrou tudo no meio (só faltou jogar na churrasqueira, sorte que nós não temos uma). Meu sangue ferveu nesse dia, pelo menos o meu GTA V tava à salvo aqui na minha prateleira.

    Bom, é isso. Ótimo cast, até a próxima!

  • Rafael Bonfim

    Mais um podcast bom pra ouvir continuem com o ótimo trabalho abraços.

  • Jefferson Roupinha

    Como falar de 007 e não jogar com a configuração facility proximity mines? Ou dar respawn no banheiro e o outro ver e ir lá rapidão te matar antes de sair do duto, hehehe bons tempos.

    Quanto as histórias envolvendo jogos, uma coisa aprendi quando se é pequeno e não tem console, bastava ir no fliper ou mais tardes locadoras e ficar lá um tempo jogando conversa, pois sempre aparecia alguém para convidar e jogar, e logo fazia amaizades com a galera do lugar, foi assim que conheci o mega, que graças as propagandas da tv ele parecia muito mais legal, e quando vc descobria que que o mega vinha com a fita 6 pac (sonic, golden axe, streets of rage, colluns, shinobi) e a galera do super só tinha mario world 3… fazia o mega ter mais carisma. Mas o amago foi comprar um saturn usado de um de meus amigos que alegava estar quebrado por não rodar jogos do mega no slot de expansão de RAM do console, eu sabia como o saturn funcionava mas usei o argumento para pagar mais barato no console ainda dizia que eu seria um dos únicos que iria comprar pois todos estavam com ps1 e 64. A outra foi jogando RE2 no hard sem save, nesse dia meu irmão faltou a aula, e eu fiz o papel do megaman foi o x9 e dedurei ele para minha mãe, ela ficou dando bronca nele enquanto eu jogava, porem minha mãe fala muito, e aquilo vai irritando pois o assédio psicologico é o mais efetivo numa discussão, no entanto te deixa maluco, por fim acabei morrerendo para o willian birkin ultimo boss no trem, impossível de morrer, mas foi o que aconteceu… enquanto os dois brigavam gritei PQP e o silencio reinou, mas em sequencia eu me senti muito envergonhado pois agora era eu e meu irmão ouvindo sermão, afinal a casa é dela.

    Valeu galera sucesso sempre.

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